O governador Eduardo Leite ressaltou os esforços de sua gestão para organizar as contas públicas e melhorar resultados do RS em áreas como segurança pública. “Não há prosperidade que tenha sido gerada com um governo desarranjado, com uma máquina pública que não esteja cumprindo a sua missão”, disse.
Após a apresentação, pelos anfitriões, do conjunto da dados e indicadores que mostram a capacidade do estado para atrair investimentos, foram realizados dois painéis reunindo grandes indústrias gaúchas.
No painel “Competitividade global a partir do RS - inovação e visão estratégica como motor”, o diretor de Relações Institucionais da Randoncorp e presidente do conselho do Banco Randon, Joarez Piccinini, e o gerente de Relações Institucionais da Gerdau, Marcos Cantarino, apresentaram uma visão prática de como empresas do RS têm construído diferenciais estratégicos convergentes com tendências globais – da transição energética e inovação industrial à governança e inclusão.
Em seguida, o painel “Rotas da economia: sustentabilidade e inovação para a indústria do futuro” abriu espaço para o diretor-geral da CMPC, Antonio Lacerda, o gerente de Planejamento e Desenvolvimento da Marcopolo, Renato Florence, e o CEO da Aeromot, Guilherme Cunha, demonstrarem como, a partir da experiência de suas indústrias, o RS pode se posicionar na vanguarda da nova economia industrial, com crescimento e atração de investimentos.
Ao mesmo tempo em que alertaram sobre gargalos para o desenvolvimento do Estado e do país, como infraestrutura e custo Brasil, os participantes dos painéis destacaram atributos que diferenciam o Rio Grande do Sul, como a qualidade da mão de obra e a resiliência demonstrada pelos gaúchos em episódios como a enchente de 2024. Essa visão foi reforçada pelo presidente Claudio Bier: “Temos bens valiosos como ensino superior e técnico diferenciado, inovação constante e profissionais qualificados e a força da nossa população”.