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Propostas de ação

Assim, a elevação da competitividade do Brasil e do Estado requer a seguinte pauta mínima de ações na área da educação:

1.Rever o sistema educacional, de modo a iniciar um processo de estruturação da aprendizagem, em que prevaleça a criatividade, a inovação, a liberdade e desenvolva a capacidade analítica.

2.Aumento do tempo passado pela criança na escola, fomentando valores e princípios que incentivem a autonomia, responsabilidade e cidadania.

3.Promover aproximação das comunidades com as empresas locais de modo que estas se envolvam nos programas de formação.

4.Desenvolver e aplicar um amplo programa de inclusão digital nas escolas, utilizando os meios mais modernos de interação.

5.Conceber e dar andamento urgente a uma política de qualificação dos professores de sala de aulas, de todos os níveis escolares, contemplando bolsas no exterior.

6.Elaborar programas de educação que tenham metas qualitativas e quantitativas que permitam monitorar o aprendizado do aluno e possibilitem também avaliar os professores.

7.Alinhar os programas de ensino técnico e superior de forma a atenderem os requisitos do mercado de trabalho e do setor produtivo.

8.Prospectar as novas profissões que serão demandadas e antecipar a oferta de cursos profissionalizantes, especialmente através do Sistema "S". Contribuir com as estratégias nacionais para a educação.

9.Reforçar a interação entre as universidades e o setor produtivo, fomentando igualmente o intercâmbio de alunos com universidades estrangeiras, criando um fluxo de transferência de conhecimentos.

10.Intensificar a educação executiva voltada para novos modelos de gestão que priorizem o fator da "inovação" como decisivo no crescimento das organizações.

11.Incentivar o aumento dos esforços em P&D de empresas brasileiras e estrangeiras no estado, atraindo laboratórios e centros de desenvolvimento de tecnologia e de inovação e vinculando os benefícios a ações que permitam ampliar as competências tecnológicas da empresa e a formação de pessoal.

12.Estimular, fortalecer e capacitar as empresas e empreendedores para a gestão da propriedade intelectual, enquanto instrumento de inovação tecnológica e competitividade.

Publicado quinta-feira, 17 de Novembro de 2011 - 0h00