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Representatividade

Para FIERGS, salário regional prejudica geração de empregos no RS

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) alerta que o impacto do salário gaúcho eleva os custos da economia diante de outros Estados, que não têm o piso regional, ocasionando um forte e negativo desequilíbrio competitivo. Assim, conforme Paulo Tigre, presidente da entidade, mais produtos de outras regiões vão entrar no mercado local, afetando negativamente todas as atividades e desestimulando a geração de postos de trabalho. "Vamos acabar criando empregos onde não há esse piso estadual superior ao salário mínimo nacional", afirmou.

Exposol deve ter 150 mil visitantes

A 10ª edição da Exposição Feira de Soledade (Exposol), a maior feira de pedras preciosas da América Latina, começou na quarta-feira e termina no domingo, com previsão de 150 mil visitantes. O Sistema FIERGS é um dos apoiadores do evento, que desde 2006, vem apresentando um crescimento, principalmente em relação à comercialização de produtos como joias e artefatos criados a partir de gemas como a ametista, o citrino e a ágata. "Nós temos duas feiras em um evento.

Senai-RS participa de Missão a Marrocos

Com o objetivo de concluir o planejamento e iniciar a execução do projeto para a prática de ensino inclusivas nas escolas do Escritório de Formação Profissional e Promoção do Trabalho (OFPPT), no Marrocos, uma missão do Senai viaja ao país nesta segunda-feira. A cooperação se dará por meio do desenvolvimento profissional dos docentes e gestores que atuam com pessoas com deficiência.

Indústria de móveis tem pleito atendido

Durante a Movelsul Brasil, em Bento Gonçalves, uma das principais preocupações dos representantes do segmento, ao se reunirem com o presidente da FIERGS, Paulo Tigre (foto), era com relação à prorrogação da isenção da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nos itens de mobiliário. O benefício termina em 31 de março, mas na sexta-feira (26), o Ministério da Fazenda anunciou que a alíquota não voltará a ser de 10%, como era antes da desoneração. A partir de 1º de abril, o percentual será permanente de 5%.