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importações

A redução da demanda externa, especialmente de China e Argentina, e a base de comparação elevada com o mesmo mês do ano passado provocaram uma forte retração nas exportações totais gaúchas em fevereiro. As vendas externas do Estado fecharam em US$ 1 bilhão, queda de 65,5%, mas esse desempenho inclui o registro de uma plataforma de petróleo e gás (P-74) no valor de US$ 1,5 bilhão no mesmo período de 2018. Em razão desta herança estatística, a indústria também teve um recuo, de 62,8%.

A grave crise político-econômica da Venezuela, com  pouca diversificação da economia, dependência do petróleo e isolamento geopolítico do país  mostra que não  há perspectiva de retomada do comércio do Estado com um parceiro que já se mostrou importante na pauta de exportações da indústria gaúcha.

O presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry, participou nesta quarta-feira do almoço no Palácio Itamaraty, em Brasília, em homenagem ao presidente da Argentina, Maurício Macri, oferecido pelo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Na pauta, entre outros assuntos, as relações com o Mercosul e a balança comercial entre os dois países. Petry lembrou a Bolsonaro a importante relação que o Rio Grande do Sul tem com o país vizinho, no primeiro encontro entre os dois depois da posse do presidente da República em 1º de janeiro.

As exportações do Rio Grande do Sul registraram crescimento de 6% no acumulado de janeiro a novembro de 2017, em comparação ao mesmo período do ano passado. Alcançaram US$ 16,25 bilhões, sendo a indústria responsável por US$ 11,4 bilhões deste total, o que representa US$ 153 milhões a mais nesses 11 meses, incremento de 1,4% em relação a 2016. “O resultado deste ano ainda é tímido e apenas devolve uma pequena parte das perdas que ocorrem para os exportadores desde 2012.

O primeiro semestre de 2017 fecha com resultado positivo para as exportações do Rio Grande do Sul. As vendas externas totais alcançaram US$ 8,3 bilhões, alta de 7,8% em relação ao mesmo período de 2016. Na análise desagregada, o grupo das commodities aumentou 10,8%, totalizando US$ 2,38 bilhões. A indústria de transformação, por sua vez, conseguiu o melhor primeiro semestre desde 2014, ao embarcar US$ 5,85 bilhões.

O cônsul-geral da Hungria, Szilárd Teleki, foi recebido nesta segunda-feira (15) pelo presidente em exercício da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Carlos Alexandre Geyer. Na sua primeira visita à entidade, a pauta foi centrada na ampliação de parcerias comerciais entre o país europeu e o setor gaúcho. No ano passado, as transações correntes entre o Estado e a Hungria somaram US$ 15 milhões.

Uma comitiva liderada pelo embaixador da União Europeia no Brasil, João Cravinho, se reuniu nesta sexta-feira na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) com lideranças empresariais gaúchas. “Esta visita se dá por múltiplas razões, que nem precisamos justificar, basta entender a importância do Estado no contexto da União Europeia. Vivemos a proximidade da finalização de um acordo, que fará com que o Rio Grande do Sul passe a ser visto como Estado centro do Mercosul ”, disse Cravinho.

O Rio Grande do Sul avança nos preparativos para captar mais oportunidades comerciais no México. O potencial mercado daquele país foi detalhado nesta terça-feira (14), para empresários na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), em Porto Alegre. A entidade é parceira em evento realizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

O ano de 2016 fechou com as exportações em queda no Rio Grande do Sul. Ao somarem um total de US$ 16,6 bilhões no acumulado dos 12 meses, caíram 5,4% em relação a 2015. A maior influência negativa sobre o resultado veio do grupo das commodities, que retraiu 12,1% (somando US$ 4,1 bilhões), principalmente por causa das quedas nas vendas de soja (-7,9%) e de trigo (-70,7%).
 
A indústria gaúcha também acompanhou o ritmo de perdas no ano passado.
Uma comitiva chinesa esteve na FIERGS, nesta quarta-feira (11), recebida pelo coordenador do Conselho de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Concex), Cezar Müller. A reunião foi pautada pela possibilidade de novas oportunidades de negócios, “tanto para a China como para o Brasil, em um momento de incertezas na política internacional”, como destacou o cônsul geral em São Paulo, Song Yang.