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O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS) recuou fortemente na passagem de janeiro (44,4 pontos) para fevereiro (37,3 pontos), atingindo o menor valor da série histórica, iniciada em 2005. Este ciclo de queda, que soma 11 meses, é o mais longo já registrado. “A indústria está fragilizada há algum tempo, agora terá de enfrentar aumento de custos, como nos preços dos combustíveis e energia elétrica, aperto na taxa juros e retirada dos incentivos.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS) registrou um ligeiro crescimento na passagem de dezembro para janeiro, de 44,2 pontos para 44,4. No entanto, o indicador continuou, pelo décimo mês consecutivo, abaixo de 50 pontos, mostrando que o setor inicia o ano sem confiança.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial do RS (ICEI-RS) caiu 0,7 ponto na passagem de outubro para novembro e atingiu 44 pontos. A queda foi influenciada pelas expectativas com o futuro da economia nacional. “O resultado é compatível com o atual cenário de desaquecimento do setor e não permite antever uma reação da atividade e dos investimentos para os próximos meses”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller. Elaborado mensalmente pela entidade, o levantamento varia numa escala de 0 a 100 pontos.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial do RS (ICEI-RS) cresceu 1,5 ponto na passagem de setembro para outubro, totalizando 44,7 pontos. No entanto, permaneceu negativo (abaixo dos 50 pontos) pelo sétimo mês consecutivo. “A melhora do ICEI-RS ainda é incipiente e insuficiente para justificar uma reversão de tendência, sugerindo um ajuste ao pessimismo mais acentuado dos meses anteriores, passado os efeitos dos feriados da Copa do Mundo”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial do RS (ICEI-RS) atingiu 42,4 pontos em julho, uma queda de 3,3 pontos em relação ao mês anterior. Com o quarto recuo consecutivo, o indicador atingiu o nível mais baixo já registrado pelo levantamento em 10 anos. Mesmo sem um fator extremo, a atual crise de confiança com a economia é compatível com as registradas em 2005, devido à forte estiagem no Estado, e em 2009, por causa de crise mundial. "A baixa confiança reforça a tendência de continuidade do ciclo recessivo nos próximos meses.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial do RS (ICEI-RS) atingiu 45,7 pontos em junho, a terceira queda consecutiva. O recuo em relação a maio foi de 1,0 ponto. "A principal causa para esse cenário é o momento delicado do setor, com seus altos custos de produção e sua pouca competitividade diante da concorrência externa.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial do RS (ICEI-RS) atingiu 46,7 pontos em maio, o valor mais baixo em cinco anos, quando o setor sofria os desdobramentos da crise mundial de 2008 e iniciava um ciclo recessivo. A queda em relação a abril foi de 2,5 pontos. "O otimismo que caracteriza o empresário gaúcho está se exaurindo à medida que a economia e o setor produtivo colecionam resultados erráticos e as expectativas passam a refletir projeções de maiores dificuldades à frente", avaliou o presidente da FIERGS, Heitor José Müller.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial do RS (ICEI-RS) de abril caiu 2,8 pontos na comparação com março, atingindo 49,1. O desempenho significou o retorno das quedas, que haviam sido interrompidas no mês anterior. "Essa visão negativa se alastra entre as empresas e deverá afetar suas decisões de investimento. O cenário, portanto, é bastante adverso, compatível com atividade industrial em estagnação ou até mesmo em queda nos próximos meses", salienta o presidente da FIERGS, Heitor José Müller.

O crescimento de 4% na atividade da indústria gaúcha em fevereiro, em comparação com janeiro, não chega a caracterizar um revigoramento do setor no Rio Grande do Sul, aponta o Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado pela FIERGS nesta quinta-feira (3). "Não há um indicativo de mudança no cenário, e o resultado positivo nem representa uma tendência.