AV. ASSIS BRASIL, 8787, SARANDI, PORTO ALEGRE-RS | CENTRAL DE ATENDIMENTO 0800 51 8555 

Você está aqui

crescimento

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), medido pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, registrou um crescimento de 1,2% em janeiro comparado ao mesmo mês do ano anterior. A taxa acumulada em 12 meses está praticamente estável (+2,3%) desde abril do ano passado. Os resultados, divulgados nesta quinta-feira (7), demonstram que parte do cenário de 2018, sobretudo depois da greve dos caminhoneiros, continua presente no início de 2019.

As exportações gaúchas começaram o ano em alta, na comparação com janeiro de 2018. Foram US$ 2,6 bilhões no primeiro mês de 2019, um incremento de 105,6%, o maior valor exportado já observado para a toda a série histórica no período. Porém, o resultado está fortemente influenciado pela operação envolvendo uma plataforma de petróleo e gás, no valor de US$ 1,3 bilhão para o Panamá. Com o registro dessa operação, a indústria do Estado também cresceu muito (133,6%) e somou US$ 2,5 bilhões no mês.

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) entende que, ao manter a taxa Selic em 6,5% ao ano, nesta quarta-feira (6), o Comitê de Política Monetária (Copom) ainda levou em conta a recuperação econômica oscilante no País. Mas segundo a entidade, caso a economia mantenha o lento ritmo de crescimento o Banco Central pode promover novos cortes na taxa de juros. “Dada a magnitude da recessão dos últimos anos e a dificuldade de recuperação da economia, existe a oportunidade de darmos maiores passos nessa direção.

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta quinta-feira (31) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), mostra que a atividade do setor no Estado evoluiu em 2018 dentro do esperado, ao crescer 2,6%. Com esse desempenho, a indústria acumulou 3% de alta nos últimos dois anos, quando deixou para trás três períodos consecutivos de recessão.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) registrou crescimento de 1,6 ponto em janeiro frente a dezembro, alcançando 67,1 pontos. Tendo como máximo os 100 pontos, o índice acima dos 50 demonstra presença de confiança. O número é o mais elevado desde 2010. “Os resultados estão baseados principalmente na expectativa da indústria com relação ao novo governo e à redução de incertezas nos campos político e econômico.

As exportações do Rio Grande do Sul fecharam o ano de 2018 com crescimento de 18,2% em relação a 2017, totalizando US$ 21 bilhões. A indústria registrou alta de 22% no período, com US$ 15,4 bilhões, mas se desconsiderar as operações com as plataformas de petróleo e gás (US$ 2,8 bilhões), as vendas para o exterior encerram o ano em queda de 0,5%, enquanto as exportações totais têm expansão de 2,2%.

O forte recuo nas vendas externas de produtos gaúchos a dois dos principais compradores do Estado, China e Argentina, provocou uma grande queda, em setembro, nas exportações, que totalizaram US$ 1,3 bilhão. A retração chegou a 19,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Deste total, o grupo de produtos básicos foi responsável por 35,1% do montante exportado (US$ 455 milhões), desempenho 13,3% menor nessa base de comparação. A indústria também sofreu o impacto, vendendo US$ 836 milhões, redução de 22,2% ante setembro de 2017.

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), que mede a atividade industrial no Estado, cresceu 0,5% em agosto, na comparação com julho, quando havia caído 0,8%, na série com ajuste sazonal. Dos seis indicadores que o IDI-RS agrega, três subiram, um ficou estável e dois caíram. Compras, com uma elevação de 3,8%, exerceram o maior impacto positivo, assim como as horas trabalhadas na produção (+0,8%) e a utilização da capacidade instalada – UCI (+0,6 pontos percentuais), com o maior nível em 47 meses: 81,7% em agosto.

Impulsionadas pela contabilização como exportação da plataforma de petróleo P-75, no valor de US$ 1,3 bilhão, para a subsidiária da Petrobras no Panamá, as vendas externas do Rio Grande do Sul, em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano passado, cresceram 67,5% e somaram US$ 2,91 bilhões. A operação também exerceu forte influência no resultado da indústria (+108%, totalizando US$ US$ 2,36 bilhões). “Convém destacar que se a plataforma não fosse incluída, as exportações do setor no Estado teriam sofrido uma redução significativa.

Com o crescimento dos indicadores de demanda – de 57,2 em julho para 60 pontos em agosto – e de intenção de investimentos – de 47,2 para 51,8 – para os próximos seis meses, a Sondagem Industrial do RS divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta segunda-feira (27), mostra o empresário do Estado mais otimista.