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greve

“Se não tivessem os bloqueios de estradas e a invasão dos trilhos da Trensurb, certamente esta sexta-feira teria sido um dia normal”. A afirmação é do presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry, acrescentando que a Secretaria de Segurança do Estado agiu com muita eficiência para dissolver os piquetes que impediam o livre trânsito em algumas localidades do Rio Grande do Sul, incluindo a liberação das garagens de ônibus na Grande Porto Alegre.

As exportações da indústria gaúcha, que alcançaram US$ 1,1 bilhão em maio, cresceram 17,4% na comparação com o mesmo mês de 2018. A forte alta, porém, foi influenciada pela base de comparação deprimida, em função da greve dos caminhoneiros, em maio do ano passado, e o início do colapso da economia argentina. O setor secundário contribuiu com 71,5% do total exportado pelo RS, contra 52,2% de igual período do ano anterior. “A crise na Argentina, um dos principais compradores de produtos do Estado, continua a contribuir negativamente para o desempenho de nossas vendas externas.

A tentativa de realizar uma greve geral amanhã, dia 14, não tem amparo legal, pois não se trata de mobilização de uma categoria e sim sob o pretexto de ser contra a Reforma da Previdência. Portanto, é um movimento nitidamente político.

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), medido pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, registrou um crescimento de 1,2% em janeiro comparado ao mesmo mês do ano anterior. A taxa acumulada em 12 meses está praticamente estável (+2,3%) desde abril do ano passado. Os resultados, divulgados nesta quinta-feira (7), demonstram que parte do cenário de 2018, sobretudo depois da greve dos caminhoneiros, continua presente no início de 2019.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI/RS) voltou a subir em outubro após a queda de 0,8 registrada em setembro. Ao crescer um ponto e se fixar acima dos 50 – chegou a 54,9 –, o índice revela otimismo, mas ainda abaixo do nível anterior ao da greve dos caminhoneiros, em maio, quando esteve em 56,6 pontos. Os empresários entrevistados no levantamento, porém, indicam que as condições pioraram nos últimos seis meses, principalmente as da economia brasileira (42,8 pontos).

Impulsionadas pela contabilização como exportação da plataforma de petróleo P-75, no valor de US$ 1,3 bilhão, para a subsidiária da Petrobras no Panamá, as vendas externas do Rio Grande do Sul, em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano passado, cresceram 67,5% e somaram US$ 2,91 bilhões. A operação também exerceu forte influência no resultado da indústria (+108%, totalizando US$ US$ 2,36 bilhões). “Convém destacar que se a plataforma não fosse incluída, as exportações do setor no Estado teriam sofrido uma redução significativa.

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) e a Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Estado do RS (Fetransul) lançaram, nesta terça-feira (4), uma nota conjunta sobre a possibilidade de nova manifestação dos caminhoneiros no País. Segundo as entidades, não há sinais concretos das lideranças da categoria de que vá ocorrer uma nova paralisação do transporte de cargas a partir de segunda-feira, dia 10.

A forte retração nas compras, de 3,7%, entre junho e julho, contribuiu para a queda de 0,8% no Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta terça-feira (4) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O resultado segue as fortes oscilações ocorridas nos dois meses anteriores – cresceu 11,9% em junho e caiu 8,7% em maio –, em função da crise no transporte de cargas. “O IDI-RS mostra que a paralisação dos caminhoneiros ainda provoca consequências ao setor.

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), que mede o nível de atividade da indústria gaúcha, obteve em junho o maior avanço mensal da série histórica, iniciada em janeiro de 2003.  Ao aumentar 11,9% em relação a maio, retirados os efeitos sazonais, superou os patamares anteriores à greve dos caminhoneiros.

Passado o forte impacto provocado pela greve dos caminhoneiros, a Sondagem Industrial do RS, divulgada nesta quarta-feira (25) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), mostra uma significativa evolução da atividade em junho na comparação com o mês anterior. O indicador de produção ficou em 53,5 pontos, um grande aumento em relação a maio (37,7). Foi a primeira elevação para o período desde o início da série, em 2010. A melhora, porém, representa apenas um ajuste depois do colapso da paralisação.